• COMO EU TRATO A SUBMISSA •

Por Dom Perseu em 15/08/2015


Eu vejo a submissão como uma concessão consciente de autonomia em que a submissa se entrega, se dedica e se compromete para servir seu Dono, de maneira que este possa exercer conscientemente seu poder até o limite do que for acordado previamente, claro que, sempre, incentivando-a a superar suas barreiras físicas e psicológicas.

A relação de Dominação/submissão é uma troca de poder e concessão única e por esta razão é imprescindível dedicação, carinho, respeito, confiança e comprometimento entre ambos (Dominador e submissa) com a liturgia e as regras para que se construa uma relação realmente sólida e prazerosa aos dois.

Isto, sem dúvida, faz com que a submissa se sinta segura em sua evolução tenha prazer e dedicação em seguir as regras e ser obediente, especialmente, quando se sente realizada com a relação.

Como Dominador, eu busco realização e prazer no ato de exercer meu poder sobre a sub, protegendo-a, guiando-a e cuidando para que ela se desenvolva, se descubra, evolua e cresça, não apenas como submissa, mas, também, como mulher e como pessoa.

A capacidade de uma submissa se entregar e servir um Dono é algo para sempre ser valorizado. Da mesma maneira, que um Dominador coerente, dedicado e que demonstre interesse e valorização da sub também deve merecer pontos positivos.

Assim, ter, em minhas mãos, a vida e os sentimentos de uma submissa é uma grande responsabilidade e uma grande demonstração de confiança, por esta razão, sempre valorizo uma submissa, pois a vejo como uma mulher forte, decidida, determinada, corajosa e que além de desejar, mostra que é capaz de se superar em todos os aspectos para que consiga se realizar.

Desta maneira, procuro proporcionar à submissa o prazer de viver sua submissão e que esteja compatível com suas novas sensações e desejo de descobertas, além de ser o prazer que buscam.


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